Padrões diferentes
Alopecia androgenética, eflúvio, perda localizada e formas cicatriciais não são equivalentes. A distribuição e a evolução ajudam a direcionar a investigação.
Guia de densidade capilar
Rarefação progressiva, alargamento da risca e redução do diâmetro dos fios pedem avaliação precoce e expectativas realistas.
Agendar avaliação capilarAlopecia reúne condições diferentes. Procedimentos de estímulo só fazem sentido quando o tipo de perda é compatível e há folículos viáveis; suspeitas de doença inflamatória ou cicatricial devem ser encaminhadas ao dermatologista.
Alopecia androgenética, eflúvio, perda localizada e formas cicatriciais não são equivalentes. A distribuição e a evolução ajudam a direcionar a investigação.
Na miniaturização, os fios ficam mais finos e o couro cabeludo mais aparente. Intervir cedo pode ampliar as possibilidades, mas não há promessa de recuperação total.
Em casos selecionados e liberados, terapias regenerativas e microagulhamento podem apoiar o ambiente folicular e a qualidade dos fios existentes.
Diagnóstico, prescrição e controle de doenças pertencem ao dermatologista. A atuação estética é complementar e deve respeitar contraindicações.
Fotografias padronizadas da risca, entradas e áreas de rarefação ajudam a comparar densidade ao longo dos meses. A análise deve considerar iluminação, ângulo, comprimento e fase do ciclo capilar, evitando conclusões por fotos isoladas ou pela quantidade de fios observada em um único dia.
Falhas que surgem rapidamente, coceira intensa, dor, descamação persistente, vermelhidão, secreção ou perda de sobrancelhas não devem receber protocolo estético sem investigação. Esses sinais podem acompanhar processos inflamatórios, infecciosos ou cicatriciais nos quais atrasar o diagnóstico reduz as possibilidades de preservar folículos.