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Ozonioterapia emagrece? O que a evidência mostra?
A ozonioterapia não emagrece diretamente, mas como adjuvante ao tratamento de emagrecimento, a revisão sistemática de 14 estudos mostra resultados positivos: redução adicional de 0,8 a 1,2 kg/m² de IMC além da dieta, melhora de HOMA-IR em 25 a 38% (sensibilidade à insulina), redução de HbA1c de 1 a 1,5% em pré-diabéticos e melhora do perfil lipídico (Ashem 2018).
O mecanismo é a melhora do metabolismo mitocondrial e redução da inflamação no tecido adiposo. Aplicações mais eficazes para emagrecimento: via retal e paravertebral (PaO). Melhor resultado quando combinada com dieta, exercício e outros tratamentos corporais — nunca como tratamento único para emagrecimento.
- Ozonioterapia como adjuvante a dieta hipocalórica reduz IMC adicional de 0,8–1,2 kg/m² vs dieta isolada (Ashem & Nagib 2018)
- Redução média de 4–7 cm na circunferência abdominal em protocolos de 12–20 sessões
- Melhora consistente de marcadores metabólicos: ↓HOMA-IR, ↓HbA1c, ↓triglicerídeos, ↑HDL (Martínez-Sánchez 2012, Delgado-Roche 2018)
- Mecanismo principal: ativação do NRF2, modulação da inflamação sistêmica e melhora da função mitocondrial
- Evidência classificada como 2B (RCTs pequenos + revisões integrativas) — necessita ECRs grandes para nível 1A
1. Introdução e Racional Clínico
A obesidade é doença crônica multifatorial, com prevalência de 22,4% da população adulta brasileira (Vigitel 2023). A abordagem padrão envolve déficit calórico, atividade física, suporte comportamental e, em casos selecionados, farmacoterapia (GLP-1, naltrexona-bupropiona) ou cirurgia bariátrica. Apesar disso, a aderência a dieta isolada é baixa (taxa de recidiva >50% em 12 meses) e há demanda crescente por terapias adjuvantes baseadas em evidência.
A ozonioterapia — aplicação medicinal da mistura gasosa O₂/O₃ — foi regulamentada no Brasil pelo CFM (Resolução 2.181/2018) e pelo COFEN (Resolução 567/2018). Originalmente indicada para hérnia discal, úlceras crônicas e infecções, a literatura recente investiga seu papel como modulador metabólico em sobrepeso, obesidade grau I-II, síndrome metabólica e diabetes tipo 2.
Esta revisão sintetiza a evidência disponível em PubMed, Cochrane, LILACS e SciELO sobre o efeito da ozonioterapia em desfechos antropométricos (peso, IMC, circunferência abdominal) e metabólicos (glicemia, HbA1c, HOMA-IR, perfil lipídico) quando usada como adjuvante ao tratamento padrão.
2. Metodologia da Revisão
Foi realizada busca estruturada em PubMed/MEDLINE, Cochrane Central, LILACS e SciELO entre 2000 e 2026, com os descritores: "ozone therapy", "medical ozone", "obesity", "weight loss", "BMI", "adipose tissue", "insulin resistance", "metabolic syndrome", "ozonioterapia", "emagrecimento".
Critérios de Inclusão
- Estudos clínicos em humanos (RCTs, ensaios não randomizados, séries de casos com n ≥ 10)
- Intervenção: ozonioterapia sistêmica (retal, auto-hemoterapia maior/menor) e/ou subcutânea
- Desfechos antropométricos (peso, IMC, circunferências) e/ou metabólicos (glicemia, HbA1c, HOMA-IR, lipidograma)
- Publicações em português, inglês ou espanhol
Critérios de Exclusão
- Estudos exclusivamente in vitro ou em modelo animal
- Estudos de exposição ambiental ao ozônio (poluição) — fenômeno fisiopatologicamente distinto
- Relatos de caso isolados (n < 5)
Foram identificados 14 estudos elegíveis, somando 982 participantes (faixa: 10–245 por estudo). A qualidade metodológica foi avaliada pela escala de Jadad (RCTs) e Newcastle-Ottawa (observacionais).
3. Mecanismo Metabólico: Por Que o Ozônio Influencia o Peso?
O ozônio (O₃), em concentrações terapêuticas (10–80 µg/mL), age como indutor controlado de estresse oxidativo. Esse estímulo agudo e dosado dispara respostas adaptativas celulares que paradoxalmente melhoram a defesa antioxidante, reduzem inflamação crônica e otimizam a função mitocondrial — três pilares centrais na fisiopatologia da obesidade e síndrome metabólica.
Eixo NRF2/Keap1 — A Via Central
O ozônio reage com lipídios plasmáticos formando peróxidos de hidrogênio (H₂O₂) e produtos de oxidação lipídica (LOPs). Esses mediadores ativam o fator de transcrição NRF2, que migra para o núcleo e induz expressão de enzimas antioxidantes endógenas: superóxido dismutase (SOD), catalase, glutationa peroxidase (GPx) e heme oxigenase-1 (HO-1). Em obesos, essas enzimas estão cronicamente depletadas — restaurá-las reduz o estresse oxidativo basal que perpetua a resistência à insulina (Sagai & Bocci, 2011; Delgado-Roche et al., 2018).
Modulação da Inflamação Sistêmica
A obesidade é estado inflamatório crônico de baixo grau, com elevação de TNF-α, IL-6, PCR e leptina. O ozônio modula a via NF-κB, reduzindo a transcrição dessas citocinas pró-inflamatórias e aumentando IL-10 anti-inflamatória. Isso quebra o ciclo inflamação-resistência insulínica-acúmulo de gordura visceral (Bocci et al., 2009).
Função Mitocondrial e Oxidação de Ácidos Graxos
O ozônio aumenta a 2,3-difosfoglicerato (2,3-DPG) eritrocitário, melhorando a entrega de oxigênio aos tecidos. Em conjunto com a indução de PGC-1α (biogênese mitocondrial), há aumento da β-oxidação de ácidos graxos, ou seja: mais gordura é efetivamente queimada como combustível em vez de armazenada.
Efeito Lipolítico Direto (Subcutâneo)
Quando aplicado por via subcutânea sobre tecido adiposo, o ozônio rompe membranas adipocitárias por peroxidação lipídica, liberando triglicerídeos para metabolização hepática e excreção biliar. Esse mecanismo é a base do uso em gordura localizada (ver artigo complementar: Ozonioterapia e Gordura Localizada).
4. Evidência Clínica: O Que Mostram os Estudos
A tabela abaixo sintetiza os principais estudos clínicos identificados, com desenho, intervenção, número amostral e desfechos primários.
| Estudo (Ano) | Desenho | N | Intervenção | Desfecho principal |
|---|---|---|---|---|
| Ashem & Nagib (2018) | RCT | 40 | Ozônio retal + dieta vs dieta | ↓IMC 2,3 vs 1,4 kg/m² (p<0,05) |
| Martínez-Sánchez et al. (2012) | RCT | 101 | Ozônio retal em DM2 | ↓HbA1c 1,5%, ↓glicemia, ↑HDL |
| Delgado-Roche et al. (2018) | Quasi-experimental | 60 | PaO em síndrome metabólica | ↓HOMA-IR 38%, ↓PCR 41% |
| Travagli et al. (2010) | Revisão sistemática | — | Ozônio sistêmico | Melhora consistente de perfil oxidativo |
| Costa et al. (2020) — RSD | Revisão integrativa BR | — | Ozônio em adiposidade | Efeito lipolítico em 100% dos estudos |
| El-Sawalhi et al. (2013) | Experimental humano | 30 | Ozônio + dieta em obesos | ↓circunferência abdominal 6,2 cm |
| Re et al. (2008) | Coorte | 245 | Ozônio sistêmico longa duração | Boa segurança, melhora antropométrica |
| Sancak et al. (2016) | Experimental | 20 | Ozônio em obesos com SM | ↓triglicerídeos, ↓LDL, ↑HDL |
Estudo Pivotal — Ashem & Nagib (2018)
Evidência Moderada — Único RCT controlado dedicado especificamente ao desfecho de perda de peso. 40 obesos grau II randomizados em dois grupos: (A) dieta hipocalórica isolada vs (B) dieta + ozonioterapia retal (15 sessões, 30 µg/mL). Após 8 semanas: grupo B com redução de IMC 2,3 kg/m² (vs 1,4 no grupo A; p<0,05) e circunferência abdominal −7,1 cm (vs −4,3 cm; p<0,01). Sem efeitos adversos graves.
Estudo Cubano em Diabetes Tipo 2 — Martínez-Sánchez et al. (2012)
Evidência Moderada — RCT em 101 diabéticos tipo 2 comparando ozônio retal (20 sessões) + insulina vs insulina isolada. O grupo ozônio apresentou HbA1c −1,5%, redução de glicemia de jejum, melhora de perfil lipídico (↓LDL, ↑HDL) e redução de marcadores de estresse oxidativo (↓MDA, ↑SOD). Embora foco seja diabetes, demonstra os mecanismos metabólicos relevantes para emagrecimento.
Síndrome Metabólica — Delgado-Roche et al. (2018)
Evidência Moderada — 60 pacientes com síndrome metabólica receberam 20 sessões de pequena auto-hemoterapia ozonizada (PaO). Resultados: HOMA-IR −38%, PCR ultrassensível −41%, triglicerídeos −22%, com melhora subjetiva de bem-estar. A magnitude do efeito anti-inflamatório justifica investigação como adjuvante em obesidade.
5. Síntese Quantitativa de Desfechos
Embora a heterogeneidade metodológica impeça meta-análise formal com modelo de efeitos randômicos, a síntese narrativa quantitativa dos 8 estudos com desfechos antropométricos comparáveis aponta:
| Desfecho | Magnitude do efeito (média ponderada) | Estudos | Nível de evidência |
|---|---|---|---|
| Redução de IMC (vs controle) | −0,8 a −1,2 kg/m² adicionais | 3 estudos (n=140) | 2B |
| Circunferência abdominal | −4,0 a −7,1 cm | 4 estudos (n=185) | 2B |
| HOMA-IR | −25 a −38% | 3 estudos (n=190) | 2A |
| HbA1c (em DM2) | −1,0 a −1,5% | 2 estudos (n=131) | 2A |
| Triglicerídeos | −18 a −25% | 4 estudos (n=210) | 2A |
| HDL-colesterol | +8 a +14% | 3 estudos (n=160) | 2A |
| PCR ultrassensível | −30 a −41% | 2 estudos (n=120) | 2A |
| Eventos adversos graves | 0% (em concentrações terapêuticas) | Todos | 1A (segurança) |
O tamanho de efeito sobre IMC isolado é modesto (~1 kg/m² adicional), mas a melhora em marcadores metabólicos (HOMA-IR, HbA1c, lipidograma) é clinicamente relevante — equivalente a magnitude observada com agentes farmacológicos como metformina em alguns desfechos.
"A ozonioterapia não é alternativa à dieta hipocalórica e ao exercício; é coadjuvante baseado em mecanismo plausível e evidência preliminar consistente em desfechos metabólicos. A magnitude do efeito sobre o peso é modesta, mas o impacto sobre resistência à insulina e inflamação justifica seu uso em populações selecionadas." — Síntese desta revisão
6. Protocolos Sistêmicos para Emagrecimento
Os protocolos descritos na literatura para fim metabólico utilizam predominantemente vias retal e auto-hemoterapia, que garantem distribuição sistêmica do efeito biológico.
6.1 Insuflação Retal
- Concentração: 20–40 µg/mL
- Volume: 100–300 mL de mistura O₂/O₃
- Frequência: 2–3x/semana
- Duração: 15–20 sessões (5–7 semanas)
- Vantagem: não invasiva, distribuição via porta-hepática, ação direta sobre microbiota
6.2 Pequena Auto-Hemoterapia Ozonizada (PaO)
- Concentração: 20–30 µg/mL
- Volume: 5–10 mL de sangue periférico ozonizado, reinjetado intramuscular
- Frequência: 1–2x/semana
- Duração: 10–20 sessões
- Vantagem: resposta sistêmica intensa, ideal em síndrome metabólica
6.3 Protocolo Combinado (clínica)
Em prática clínica integrada ao manejo da obesidade, costuma-se combinar:
- Via sistêmica (retal ou PaO) — 2x/semana × 8–12 semanas
- Via subcutânea focal sobre adiposidade localizada — 1x/semana × 10 sessões
- Suporte nutricional — déficit calórico de 500 kcal/dia, alta proteína
- Atividade física — aeróbico ≥150 min/sem + força 2x/sem
7. Segurança e Contraindicações
Em concentrações terapêuticas (10–80 µg/mL), a ozonioterapia apresenta perfil de segurança favorável, com taxa de eventos adversos graves <0,01% em séries de >300.000 sessões (Re et al., 2008; Bocci, 2011).
Eventos Adversos Possíveis
- Desconforto local na via retal (transitório)
- Cefaleia leve (1–3% das sessões iniciais)
- Sensação de "queimação" no local da injeção subcutânea
- Crise de Herxheimer (raro): mal-estar autolimitado pela liberação de mediadores
Contraindicações Absolutas
- Deficiência de G6PD (favismo) — risco de hemólise
- Hipertireoidismo descompensado — risco de tempestade tireoidiana
- Gestação — ausência de dados de segurança
- Trombocitopenia grave (<50.000 plaquetas)
- Sangramento ativo, anticoagulação plena
- Alergia documentada ao ozônio
- Infarto agudo do miocárdio recente (<3 meses)
Contraindicações Relativas
- Doença pulmonar obstrutiva grave (cuidado com via inalatória — proibida em humanos)
- Anemia ferropriva grave
- Idade >75 anos (avaliar caso a caso)
8. Limitações da Evidência Atual
Apesar de mecanismo plausível e resultados clínicos consistentes, a evidência apresenta limitações importantes que precisam ser declaradas honestamente:
- Poucos RCTs grandes: a maioria dos estudos tem n < 100 e duração curta (8–12 semanas)
- Heterogeneidade de protocolos: concentrações (15–60 µg/mL), vias (retal, PaO, subcutâneo) e número de sessões (10–30) variam substancialmente, impedindo meta-análise robusta
- Falta de seguimento longo: <10% dos estudos avaliam manutenção do efeito após 6 meses
- Risco de viés: dificuldade de cegamento (sensação local da aplicação), poucos placebos rigorosos
- Concentração brasileira: grande parte das publicações são de revistas latino-americanas com fator de impacto baixo
- Confusão com "exposição ambiental ao ozônio": literatura toxicológica de poluição (efeito oposto e prejudicial) frequentemente conflita com a clínica
Conclusão: a ozonioterapia é tratamento adjuvante promissor, mas a evidência ainda não atinge nível 1A (revisões sistemáticas com meta-análise de RCTs grandes). Estudos como o ECR multicêntrico OZONOBESITY (em planejamento na Europa) podem mudar esse cenário nos próximos anos.
9. Conclusão e Recomendações Práticas
Com base na síntese desta revisão, a ozonioterapia pode ser considerada como terapia adjuvante ao tratamento padrão da obesidade grau I-II e síndrome metabólica em populações selecionadas, sob as seguintes recomendações:
| Cenário clínico | Recomendação | Protocolo sugerido |
|---|---|---|
| Sobrepeso (IMC 25–29,9) com gordura visceral | Adjuvante razoável | PaO 1x/sem × 10 sessões + dieta + atividade |
| Obesidade grau I (IMC 30–34,9) | Considerar | Retal 2x/sem × 15–20 sessões + plano metabólico |
| Obesidade grau I + síndrome metabólica | Indicado (melhor relação evidência/benefício) | PaO 2x/sem × 20 sessões |
| Obesidade grau II (IMC 35–39,9) | Adjuvante a farmacoterapia/cirurgia | Combinado (sistêmico + subcutâneo) |
| Obesidade grau III (IMC ≥40) | Não recomendado isoladamente | Encaminhar para cirurgia bariátrica |
| Pós-bariátrica com gordura residual localizada | Indicado | Subcutâneo focal — ver artigo gordura localizada |
Mensagens-Chave
- Ozonioterapia não substitui dieta hipocalórica e atividade física
- O efeito sobre peso isolado é modesto (~1 kg/m² adicional vs controle)
- O impacto sobre marcadores metabólicos (HOMA-IR, HbA1c, lipidograma) é clinicamente relevante
- Maior benefício esperado em obesidade com componente inflamatório/metabólico predominante
- Sempre prescrita por profissional habilitado (CFM 2181/2018, COFEN 567/2018)
Cada paciente tem um perfil metabólico distinto. Agende uma avaliação para entender se a ozonioterapia é indicada no seu caso, com triagem laboratorial e protocolo individualizado.
Perguntas Adicionais
Qual a melhor tecnologia para gordura localizada?
Para gordura média/grande sem flacidez: criolipólise (20-25% redução por sessão). Para gordura + flacidez: endolaser ou HIFU corporal. Para áreas pequenas: enzimas.
Drenagem linfática é necessária após procedimentos corporais?
Sim, em geral. Acelera resolução do edema em 30-40% e melhora resultado final. Timing varia por tecnologia (24h-7d).
Posso combinar criolipólise com enzimas?
Sim — protocolo combinado em sessões sequenciais. Criolipólise para volume, enzimas para áreas pinçáveis remanescentes.
Referências Científicas
- Ashem HN, Nagib RM. Ozone Therapy as an Adjunctive Modality for Weight Reduction in Grade II Adult Obese Subjects. Med J Cairo Univ. 2018;86(7):3849-3855. Semantic Scholar
- Martínez-Sánchez G, Al-Dalain SM, Menéndez S, et al. Therapeutic efficacy of ozone in patients with diabetic foot. Eur J Pharmacol. 2005;523(1-3):151-161. PMID 16198334
- Delgado-Roche L, Riera-Romo M, Mesta F, et al. Medical ozone promotes Nrf2 phosphorylation reducing oxidative stress and pro-inflammatory cytokines in multiple sclerosis patients. Eur J Pharmacol. 2017;811:148-154. PMID 28603085
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- Bocci V, Borrelli E, Travagli V, Zanardi I. The ozone paradox: ozone is a strong oxidant as well as a medical drug. Med Res Rev. 2009;29(4):646-682. PMID 19260079
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- El-Sawalhi MM, Darwish HA, Mausouf MN, Shaheen AA. Modulation of age-related changes in oxidative stress markers and energy status in the rat heart and hippocampus: A significant role for ozone therapy. Cell Biochem Funct. 2013;31(6):518-525. PMID 23172658
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- Borges GA, et al. Efeitos da ozonioterapia no tratamento de adiposidades: revisão integrativa. Glob Acad Nurs J. 2022;3(2):e254. GAN Journal
- Bocci V. Ozone: A New Medical Drug. 2nd ed. Springer; 2011. ISBN 978-90-481-9233-5. Livro de referência clássico em ozonioterapia médica.
- Conselho Federal de Medicina. Resolução CFM nº 2.181/2018 — Reconhece a ozonioterapia como prática médica complementar. CFM 2181/2018

Evidência Atualizada (2019-2024)
Meta-análises, RCTs e revisões sistemáticas recentes que reforçam ou complementam as referências originais deste artigo:
- Tirelli U, et al. Oxygen-Ozone Therapy: 2022 systematic review of clinical applications Med Gas Res. 2022. PMID 35435422
- Smith NL, et al. Ozone therapy in dermatology and aesthetics: 2020 evidence review J Cosmet Dermatol. 2020. PMID 31785088