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Dermatologia Estética · Revisão Técnica

Ultraformer vs HiPRO vs Liftera: Comparativo Completo dos Dispositivos HIFU para Lifting Facial Não Cirúrgico

Análise técnica e baseada em evidências científicas das três principais plataformas de ultrassom microfocado de alta intensidade do mercado. O que a literatura diz — e o que ainda não diz — sobre cada dispositivo.

Por Dr. Alessandro Alla · · Leitura: 14 min · Atualizado em abril de 2026
Principais achados desta revisão
  • Não existe ensaio clínico randomizado (RCT) comparando diretamente Ultraformer, HiPRO e Liftera
  • O Ultraformer (Classys) é o dispositivo coreano com maior volume de evidência publicada em periódicos indexados
  • HiPRO (Hironic) e Liftera (Asterasys) dependem predominantemente de dados fornecidos pelo fabricante
  • A tecnologia subjacente (ultrassom microfocado com pontos de coagulação térmica) é fundamentalmente a mesma nos três aparelhos
  • A eficácia do HIFU como categoria é bem documentada: melhora de 18–30% na flacidez, com 83–92% dos pacientes reportando melhora objetiva
  • A escolha do dispositivo depende mais do protocolo clínico e da experiência do profissional do que da marca isoladamente

01. Introdução: por que este comparativo é necessário

A busca por "Ultraformer vs Liftera" ou "qual o melhor HIFU" tornou-se uma das pesquisas mais frequentes entre pacientes que consideram um tratamento de lifting facial não cirúrgico. A proliferação de dispositivos de ultrassom focado de alta intensidade (HIFU) no mercado estético criou uma demanda legítima por informação comparativa — e, ao mesmo tempo, um vácuo de evidência científica que frequentemente é preenchido por marketing ou opinião.

Este artigo propõe uma abordagem diferente. Em vez de declarar um "vencedor", vamos examinar o que a literatura científica indexada efetivamente demonstra sobre cada dispositivo, identificar onde estão as lacunas de evidência, e fornecer um quadro técnico que permita ao leitor — seja profissional de saúde ou paciente — tomar decisões fundamentadas.

A revisão é baseada em quatro publicações científicas principais, complementadas por dados técnicos dos fabricantes e revisões sistemáticas adicionais. Todas as referências estão listadas ao final do artigo.

02. Como funciona o HIFU — o mecanismo comum aos três dispositivos

Antes de comparar marcas, é essencial entender que Ultraformer, HiPRO e Liftera compartilham o mesmo princípio físico fundamental. O ultrassom microfocado de alta intensidade concentra energia acústica em pontos precisos abaixo da superfície da pele, gerando aquecimento localizado que atinge temperaturas entre 60°C e 70°C. Esses pontos de aquecimento são chamados de pontos de coagulação térmica (TCPs — Thermal Coagulation Points).

Os TCPs provocam uma resposta biológica em duas fases. A primeira é imediata: a contração das fibras de colágeno existentes, que gera um efeito de tensionamento visível já nas primeiras horas após o procedimento. A segunda fase se estende por semanas a meses: o processo inflamatório controlado desencadeia neocolagênese — a produção de colágeno novo — além de proliferação de fibroblastos e elastogênese. Estudos histológicos documentam que esse remodelamento continua por até 10 semanas após o tratamento.

A profundidade em que esses TCPs são criados determina o efeito clínico. A 1,5mm, o alvo é a derme superficial (textura e poros). A 3,0mm, a derme profunda (rugas finas e elasticidade). A 4,5mm, a energia alcança o SMAS (Sistema Músculo-Aponeurótico Superficial) — a mesma camada manipulada em facelifts cirúrgicos, responsável pela sustentação estrutural da face.

Esta é a razão pela qual o HIFU recebe tanta atenção na dermatologia estética: é a única tecnologia não invasiva capaz de depositar energia de forma controlada na profundidade do SMAS, sem incisão e sem período de recuperação significativo.

03. Especificações técnicas: Ultraformer vs HiPRO vs Liftera

A revisão comparativa de Dicker et al. (2025), publicada na Dermatological Reviews (Wiley), constitui até o momento a análise mais completa das especificações técnicas dos dispositivos HIFU disponíveis no mercado. A tabela a seguir sintetiza os dados técnicos dos três dispositivos, combinando informações da revisão com dados oficiais dos fabricantes.

Parâmetro Ultraformer MPT (Classys) HiPRO-S (Hironic) Liftera (Asterasys)
País de origem Coreia do Sul Coreia do Sul Coreia do Sul
Geração atual UF-4 (MPT) HiPRO-S Liftera-V / Liftera-A
Tecnologia exclusiva Micro-Pulsed Technology (MP mode) — 417 TCPs contínuos vs 17 em modo normal HIFU convencional com TCPs focalizados Thermal Diffusion Treatment (TDT) — difusão térmica a 10Hz para distribuição mais homogênea
Frequências 2 MHz, 4 MHz, 5,5 MHz, 7 MHz 4 MHz, 8 MHz, 10 MHz 7 MHz (confirmado para cartuchos 1,5mm e 3,0mm)
Profundidades faciais 1,5mm / 2,0mm / 3,0mm / 4,5mm 1,5mm / 3,0mm / 4,5mm 1,5mm / 3,0mm / 4,5mm
Profundidades corporais 6,0mm / 9,0mm / 13,0mm 8,0mm / 13,0mm Disponível (profundidades variam por modelo)
Tipos de cartucho 10 tipos intercambiáveis (F-type + Booster) 5 cartuchos de profundidade LINE (áreas amplas) + PEN (áreas curvas)
Faixa de energia 0,1–1,5 J (varia por cartucho) 0,2–2,0 J Não publicada em detalhe pelo fabricante
Modos de disparo Normal (dot) + MP (contínuo, 2,5× mais rápido) Modo padrão LINE (linear) + PEN (pontual/curvo)
Visualização em tempo real Não Não Não
Certificação KFDA Sim Sim Sim
Diferencial ergonômico Handpiece leve com 2+1 peças; gatilho contínuo Design padrão Caneta PEN exclusiva para áreas orbitais, perinasal e sulco lacrimal
Nível de evidência publicada Moderado Baixo Baixo

Duas observações são cruciais ao analisar esta tabela. Primeiro, como destacam Dicker et al. (2025), a ausência de publicações independentes para HiPRO e Liftera significa que muitas dessas especificações dependem exclusivamente de informações fornecidas pelos fabricantes — dados que não passaram por revisão por pares. Segundo, especificações técnicas superiores no papel não se traduzem automaticamente em resultados clínicos superiores.

Ultraformer MPT: o que o diferencia tecnicamente

O Ultraformer MPT (Micro-Pulsed Technology) é a quarta geração da linha Ultraformer da Classys. Seu principal diferencial técnico é o modo MP, que gera 417 pontos de coagulação térmica contínuos por disparo — contra 17 em modo convencional. Isso permite uma cobertura mais densa da área tratada em menos tempo. A plataforma oferece 10 tipos de cartuchos, a maior variedade entre os três dispositivos, incluindo um cartucho Booster com padrão circular projetado para drug delivery transdérmico. O modo MP também reduz o tempo de tratamento em até 2,5 vezes comparado ao modo normal.

HiPRO-S: frequências mais altas no espectro

O HiPRO-S da Hironic opera em frequências que chegam a 10 MHz para o cartucho superficial de 1,5mm — a frequência mais alta entre os três dispositivos nessa profundidade. Frequências mais altas geram focos de energia mais compactos e superficiais, o que teoricamente oferece maior precisão na derme superficial. O dispositivo possui faixa de energia de até 2,0 J, ligeiramente superior ao Ultraformer. Contudo, a relação entre esses parâmetros e resultados clínicos superiores não foi validada em estudos publicados.

Liftera: a inovação do aplicador Pen

O diferencial mais notável do Liftera é ergonômico: o sistema dual de aplicadores LINE e PEN. O aplicador PEN permite tratar áreas anatomicamente difíceis como a região orbital, periorbitária, perinasal e sulco lacrimal com maior liberdade de movimento. A tecnologia TDT (Thermal Diffusion Treatment) propõe uma distribuição mais homogênea de calor nos tecidos a uma velocidade de 10Hz. Em termos de profundidades e frequências, o Liftera é o dispositivo com menos dados técnicos publicados de forma independente.

04. O que diz a evidência clínica

Este é o ponto central — e mais revelador — desta comparação. A assimetria de evidência entre os três dispositivos é significativa e deve ser o primeiro fator considerado por qualquer profissional que busque prática baseada em evidência.

Ultraformer MPT: o estudo 3D com 50 pacientes

O estudo mais robusto disponível especificamente para um dispositivo coreano é a análise tridimensional publicada no Plastic and Reconstructive Surgery – Global Open em 2024. Este estudo retrospectivo avaliou os efeitos de lifting do Ultraformer MPT em 50 pacientes (39 mulheres, 11 homens; idade média 45,6 ± 12,3 anos) através de scanner 3D, medindo o deslocamento tecidual em sete unidades estéticas faciais.

Resultados de lifting por região — Ultraformer MPT (n=50)
Região facial Lifting médio (mm) Desvio padrão Valor P GAIS (satisfação)
Pescoço3,53±1,34<0,0014,5 ± 0,5
Bochecha posterior3,38±0,94<0,0013,1 ± 0,7
Mandíbula3,09±0,84<0,0014,2 ± 0,7
Papada (jowl)2,90±1,10<0,0014,1 ± 0,8
Malar2,46±1,09<0,0013,2 ± 0,7
Pés de galinha2,25±0,67<0,0013,4 ± 0,6
Testa1,24±0,580,0103,9 ± 0,7

Protocolo: 700 disparos por sessão (full-face), modo micropulsado. GAIS = Global Aesthetic Improvement Scale (1–5). Todas as regiões apresentaram melhora estatisticamente significativa (P < 0,05). Fonte: PMC11452089.

Os achados são clinicamente relevantes: o lifting máximo foi observado no pescoço (3,53mm), seguido pela bochecha posterior (3,38mm) e mandíbula (3,09mm). A menor resposta ocorreu na testa (1,24mm), atribuída pelos autores à finura do tecido nessa região.

É importante notar as limitações: trata-se de um estudo retrospectivo, unicêntrico, sem grupo controle, e com avaliação pós-tratamento imediata — sem dados de follow-up de longo prazo.

HiPRO e Liftera: a lacuna de evidência

Para o HiPRO (Hironic) e o Liftera (Asterasys), a situação é fundamentalmente diferente: não existem estudos clínicos com dados primários publicados em periódicos indexados no PubMed que avaliem especificamente a eficácia ou segurança desses dispositivos.

"A lack of published literature for Ultraformer and Liftera highlights the need for further research to confirm manufacturer-provided specifications and to establish clear evidence-based guidelines for optimal treatment selection." — Dicker et al., Dermatological Reviews, 2025

Isso não significa que esses dispositivos não funcionem. A tecnologia subjacente — ultrassom microfocado com criação de TCPs — é bem validada. Significa que a eficácia específica dessas marcas não foi independentemente verificada, e as afirmações de desempenho dependem de dados do fabricante. Para profissionais que seguem prática baseada em evidência, essa distinção é significativa.

05. Eficácia geral do HIFU: o que dizem as revisões sistemáticas

Se a evidência por dispositivo específico é desigual, a evidência para o HIFU como tecnologia é robusta. Três revisões sistemáticas e meta-análises oferecem um panorama sólido.

Dados consolidados de eficácia — HIFU para face e pescoço
18–30%
Melhora na flacidez cutânea
92%
Taxa de melhora objetiva (IGAIS, 90 dias)
1,7mm
Lifting de sobrancelha (brow lift máximo)
2,74/5
Melhora objetiva (meta-análise, 17 estudos)

Revisão sistemática — MFU para facial skin tightening (2023)

A revisão de 2023, publicada no PMC, analisou 16 estudos elegíveis de 693 identificados. Aos 90 dias pós-tratamento, 92% dos pacientes avaliados por investigadores (n=337) demonstraram melhora no tensionamento cutâneo e/ou redução de rugas. Do ponto de vista dos pacientes (n=81), 42% reportaram melhora leve aos 90 dias, progredindo para 53% aos 360 dias — sugerindo que os benefícios continuam se acumulando ao longo do primeiro ano. A maioria dos estudos incluídos (11 de 16) utilizou o dispositivo Ulthera.

Meta-análise — HIFU para face e pescoço (2020)

A meta-análise que incluiu 17 estudos com 477 participantes, reportou melhora objetiva média de 2,74 em uma escala de 5 pontos (IC 95%: 2,06–3,43) e satisfação subjetiva de 2,68 (IC 95%: 1,92–3,45). Os autores classificaram o efeito como "moderado" e a segurança como "procedimento seguro a curto prazo", com nota média de dor de 4,2/10 durante o procedimento.

Revisão de dispositivos — Dicker et al. (2025)

A revisão mais recente e mais relevante para esta comparação é a de Dicker et al. (2025), publicada na Dermatological Reviews. Embora se concentre em especificações técnicas e não em dados clínicos comparativos, esta revisão é a primeira publicação em periódico indexado a colocar Ultraformer, Liftera e outros dispositivos HIFU lado a lado em uma análise comparativa. Sua conclusão central: faltam dados publicados para a maioria dos dispositivos coreanos.

06. Perfil de segurança

Os dados de segurança do HIFU são consistentes entre as revisões e favorecem a tecnologia como um todo. Os eventos adversos reportados são predominantemente transitórios e leves.

Evento adverso Frequência Duração típica
Eritema (vermelhidão)Muito comum (quase universal)Minutos a horas
Dor durante o procedimentoComum (média 3,8–4,2/10)Durante a sessão
Edema leveComumHoras a dias
Disestesia (dormência/sensibilidade)Raro (<1%)Dias a semanas
EquimoseRaro (<1%)Dias
Queimadura superficialMuito raro (~2%)Semanas
Eventos adversos gravesNão reportados nas revisões

Na revisão sistemática de 2023, entre 573 pacientes tratados, menos de 5% reportaram efeitos além de eritema transitório. A meta-análise de 2020 não encontrou relatos de hiperpigmentação em nenhum dos estudos incluídos. Contraindicações conhecidas incluem flacidez excessiva, IMC acima de 30 e condições que afetem a cicatrização.

07. Como escolher entre os dispositivos: o que realmente importa

Diante do cenário descrito — tecnologia base comum, assimetria de evidência, e ausência de comparações diretas — como tomar uma decisão informada? A resposta envolve fatores que vão além das especificações do aparelho.

Experiência do profissional

O fator mais determinante para o resultado de um procedimento HIFU não é a marca do dispositivo, mas a competência do profissional que o opera. O estudo do Ultraformer MPT demonstrou que as regiões centrais da face (testa, malar) exigem protocolos conservadores por causa da anatomia nervosa superficial, enquanto pescoço e mandíbula permitem abordagens mais agressivas. Essa calibração — que depende de conhecimento de sonoanatomia — é mais importante que qualquer diferença de especificação entre aparelhos.

Protocolo de tratamento

O protocolo de 700 disparos utilizado no estudo de referência do Ultraformer MPT inclui uma combinação estratégica de profundidades (1,5mm a 4,5mm) e padrões de aplicação para cada região. A existência de um protocolo validado e publicado é uma vantagem concreta para o profissional — e atualmente o Ultraformer MPT é o único dos três com esse nível de documentação.

Diferenciais técnicos com relevância clínica potencial

O aplicador PEN do Liftera oferece vantagem ergonômica real para tratamento de áreas perioculares e perinasais, regiões onde aplicadores convencionais têm acesso limitado. O modo MP do Ultraformer, com 417 TCPs por disparo, permite cobertura mais densa e sessões mais rápidas. As frequências mais altas do HiPRO (10 MHz no cartucho de 1,5mm) podem oferecer maior precisão na derme superficial. Nenhuma dessas diferenças, contudo, foi testada em comparação direta.

Custo, disponibilidade e suporte técnico

Na prática clínica, fatores operacionais como custo por cartucho, disponibilidade de suporte técnico local, treinamento oferecido pelo distribuidor e logística de reposição são frequentemente decisivos. Esses fatores variam significativamente por região e não são abordados na literatura científica.

08. Conclusão

A comparação entre Ultraformer, HiPRO e Liftera revela mais sobre o estado da evidência em estética não invasiva do que sobre os dispositivos em si. Os três aparelhos utilizam a mesma tecnologia fundamental — ultrassom microfocado com criação de pontos de coagulação térmica — e os três são fabricados na Coreia do Sul com certificação KFDA.

O Ultraformer (Classys) se destaca por ter o maior volume de evidência publicada em periódicos indexados, incluindo um estudo com análise 3D que documenta lifting significativo em sete unidades estéticas faciais. Isso não o torna necessariamente superior em resultados — significa que seus resultados foram medidos e publicados de forma independente.

O HiPRO (Hironic) e o Liftera (Asterasys) são dispositivos com adoção clínica relevante e diferenciais técnicos interessantes, mas cuja eficácia específica permanece sustentada por dados de fabricante, não por publicações independentes.

Para o profissional: a escolha deve considerar familiaridade com o dispositivo, qualidade do treinamento recebido, protocolo de tratamento, suporte técnico disponível e — quando possível — existência de evidência publicada. Para o paciente: a pergunta mais relevante não é "qual aparelho é usado?" mas "qual profissional está operando, com que protocolo, e com que experiência?"

A tecnologia do HIFU é sólida e bem validada. A diferença entre um bom resultado e um resultado excepcional reside no profissional, não no aparelho.

Talita Almeida · Moema, São Paulo

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A
Dr. Alessandro Alla
Médico especialista · Talita Almeida Estética Avançada · Moema, SP
Revisão técnica baseada em evidências científicas publicadas. Última atualização: abril de 2026.
Referências
  1. Dicker SA, et al. High-Intensity Focused Ultrasound Devices for Skin Tightening: A Comparative Literature Review of Device Specifications. Dermatological Reviews. 2025. Wiley. doi:10.1002/der2.70030
  2. MacGregor JL, et al. A Systematic Review of the Efficacy of Microfocused Ultrasound for Facial Skin Tightening. Aesthetic Surgery Journal. 2023. PMC9861614
  3. Kim HJ, et al. Three-dimensional Analysis of Lifting Effects after High-intensity Focused Ultrasound (Ultraformer-MPT). Plastic and Reconstructive Surgery – Global Open. 2024. PMC11452089
  4. Rezende RMF, Rocha EF. Systematic review and meta-analysis of safety and efficacy of high-intensity focused ultrasound (HIFU) for face and neck rejuvenation. Lasers in Medical Science. 2020. PMID 32026164
  5. Fabi SG, et al. Microfocused Ultrasound With Visualization (MFU-V) Effectiveness and Safety: A Systematic Review and Meta-Analysis. Aesthetic Surgery Journal. 2024. PMID 39540440
  6. Dados técnicos de fabricantes: Classys (classys.com), Hironic, Asterasys.
Aviso médico: Este artigo tem finalidade informativa e educacional. Não substitui consulta médica individualizada. A escolha de dispositivos e protocolos deve ser feita por profissional de saúde habilitado, considerando as características individuais de cada paciente. Os dados apresentados refletem a literatura disponível até abril de 2026.